Hoje a seca está a afectar a garganta de milhares de portugueses, por isso o Pinga Amarga decidiu fazer uma campanha promocional com desconto de mais do que percentual em todas as bebidas de grau superior a 2 pis radianos. Quem estiver em Águeda, dirija-se ao Café da Estação que pode lá beber umas cervejas pela módica quantia de 80 cêntimos. Não recomendo a Gafanha da Nazaré porque o preço médio é de um euro, com excepção do Camões, sito na rua com o mesmo nome, onde a fresca, (prós amigos é como o dos Antiquíssimos Parodiantes de Lisboa, a fresquinha) custa 95 cêntimos. Tudo o que fôr acima dum euro são manobras capitalistas para afundarem o povo ainda mais.
Quanto ao vinho recomendo o de maior quantidade, crescido nas encostas deitadas pelas planícies montanhosas do Norte a Sul deste Rectângulo, Se preferirem uma bebida mais doce, apelo à preferência dum Porto oriundo da Real Companhia A Velha, se é que ela continua na mão dos portugueses, pois andar a beber vinho português e a enriquecer os ingleses é prática dos tempos que custaram a vida ao Gomes Freire de Andrade (ver História de Portugal, ou ler "Felizmente há luar" do terrível Sttau Monteiro que eu acho ser pai duma tal Guidinha, cachopita púbere que escrevia coisas num jornal). Também referencio o Favaios de Setúbal, embora me conste que é de lá que saem os comunistas e não do coração alentejano, pois este, coitado, depois da coutada de caça do Mãrio Soares ficou de tripas à mostra e já nem sequer tem coração!
Em notícia de última hora, um cirurgião vinícola do Ribatejo, com mais Lezíria no bucho do que a província na geografia, recomenda cuidado com a seca pois esta provoca a sede. A última (acho que era do MRPP) ardeu. Fogo posto? Interrogaram-se as autoridades. Evidentemente sem darem resposta! As autoridades servem para interrogar e não para responder, adiantou-nos o chefe da GNR de Almeirim, também já com umas Leziriazitas a colorirem-lhe o apêndice facial.
Mas, em sombra, inda que de dúvida (eu gosto muito deste termo = inda) bebam uns estaramelos quaisquer sem paneleirices (o mesmo que gayzices segundo o acordo hortográfico que eu inventei e há uns palermas a segui-lo à letra. Gandas pacóvios!). Uma bebida refrescante é sempre aquela que refresca, mas evitem beber água, pois com isso era dar dinheiro aos chineses. Assim como deviam instalar uns paineis solares para deixarem de pagar a electricidade também aos chineses. (Se precisarem de informações, peçam-nas à Electroclima de Coimbra, eu conheço lá algum pessoal e até meto uma cunha a parecer bem, pós gajos fazerem um preço fixe que me dê uma comissão ainda mais fixe).
E para terminar devo dizer que não sofro de "Gelbphobie", que é uma doença descrita por um alemão nos anos 60 quando os portugueses começaram a conquistar Hamburgo; eles chegavam tão amarelinhos que o Instituto de Doenças Tropicais ( a Reuters é que disse) mandou logo investigar se os tugas não andavam de interícia ou ainda sofriam das febres palúdicas e outras que arrepanharam nos caminhos marítimos. O cientista Fritz Morgenregnetesheutenicht ( Fritz Amanhãchovehojenão) concluiu que eram efeitos naturais, ainda que secundários, da feijoada. O comboio demorava imenso tempo (inda num habia têgêbê) e as flatulências eram tantas que coitaditos dos tuguitas, inté amareleciam.
Hoje sabe-se que os portugueses amarelos são macaenses e nem sequer amarelos dos peidos são! Os brancos mais brancos, são parvos e vestem-se com lençois que têm dois furos, como se através deles conseguissem ver alguma coisa!
Bebam, pois.
E se me quiserem convidar, estejam à vontade!
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