A castração de animais, o estropiamento dos órgãos sexuais ou qualquer outro método de mutilação do aparelho reprodutor dos animais vai ser proibida, concedendo assim um direito básico aos animais. A decisão foi tomada por Franz Niemand, John Nowhereman e Philippe Pasperson; no recente encontro Animals don´t want to be homonals, o trio de cientistas internacionais puseram à votação entre si uma lista de direitos básicos dos animais e consequentes penas legais de aplicação imediata via populi a quem não cumprir com o estipulado na primeira Charta des Droites Animaux Universelle.
Em Bruxelas esta decisão foi aplaudida pelos inúmeros animais que representam a comunidade europeia sobretudo pelo português, lusitano pura raça, com certo sotaque dos bons velhos tempos.
Os manifestantes adversos também não se fizeram ouvir, foi necessário a polícia intervir brutalmente para os apartar visto estes estarem tão encaixados uns nos outros, à laia de comboio, sem haver locomotiva. Penetrado que foi o círculo dos manifestantes, alguns dos agentes mostraram-se compreensivos para com estes, trocaram beijos e abraços, emails e números de telemóveis. Foi sem dúvida a dureza dos bastões dos elementos de segurança que mais espantou a linha oponente.
Com o pensamento numa Charta idêntica para os vegetais, Niemand afirmou que "é indecorosa a forma como o ser humano se trata a si e aos restantes seres vivos. Picar uma cebola, por exemplo, ainda que o criminoso chore, não passa tudo duma falsa compaixão, porque no fim ele vai comê-la. O abuso do pepino que se vê em vídeos vários que circulam pela internet é abominoso; o esburacar duma abóbora para a violar é duma vilania que só uma mente perturbada e sem qualquer noção básica de moral pratica."
Muitos mais exemplos ele desfiou sobre o compartamento aberrante do ser humano sobre outras espécies. Eu interrompi isto para ir experimentar uma delas que me pareceu deveras interessante.
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