Jamais poderá vir a ser primeiro ministro, sequer das finanças ou da economia. A incapacidade artística deste fulano é de bradar aos céus, e juro, que desta vez até deus se importunaria com a situação.
A UPA desvendou que um dos seus colaboradores secretos não tem jeito nenhum para dar música a quem quer que seja; ora, não obstante isso não ir de encontro aos objectivos da UPA, esta decidiu aceitar a permanência do colaborador em causa, alegando que até os incompetentes tem direito à expressão, caso contrário os políticos tinham que se calar e o povo ainda ficava mais triste sem as anedotas parlamentares.
A UPA, no entanto, distancia-se da incompetência de tal indivíduo a fim de manter a falta de qualidade com que nos habituou nos primórdios da República, aquando o Eça e o Garret já andavam a chamar burro ao povo e o povo hoje aclama-os como grandes pensadores, arre que é burro! (Esta foi para a posteridade, entenderam?)
Sobre o nascimento da UPA deixa-se discutir, há quem discuta por bem menos, contudo é preciso aqui deixar bem claro que a UPA já desde os tempos mais remotos, embora na clandestinidade, que procurava criar fissuras entrre política de bem dizer e políticas de mal fazer; não conseguiu, é certo, mas tentou, como por exemplo em Coimbra quando na voz de estudantes conscientes apUPA o ministro da cultura. Eu sei, os putos das queimas não se lembram disto, nem lhes é ensinado na faculdade, mas no meu tempo a gente já queimava desde o grelo às cachopas até àquelas ervas retornadas e interessávamo-nos por política. O resultado da minha geração não foi o melhor: deu em Sócrates e Passos, mas, porra, nós inda tínhamos República e Independência.
O leitor mais atento percebeu que desviei o assunto do incompetente colaborador e exige, enquanto nos apelida com nomes seus, que provemos as nossas insinuações. Ora bem, sigam este elo (ja, man, eu também sei escrever link) mas depois não digam que não foram avisados! http://www.youtube.com/watch?v=3MDZZgE3Hqw
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