segunda-feira, 18 de junho de 2012

O regresso ao dracma na Grécia

O regresso ao dracma é uma medida que o novo governo grego, em conversa com os observadores da economia mundial, discutiu e sem adiantar valores afirmou que a crise mundial deixa de ser grega a partir do momento em que o mundo se desligue da Grécia. Os geólogos estão a postos e os chineses ofereceram-se para subsidiarem uma possível mudança para outro planeta. No entanto, esse seria o último recurso, concluiu Iskas Papatoulos, líder da desoposiçao, que é unha com carne com um lusitano, o Iskas de Porko, que tem ascendência brasileira por parte da mãe e duvida-se da parte do pai.
 Segundo uma falsa página de geneallogia, todos os Pereiras são descendentes do Condestável, mesmo os que resultaram de enxertias com marmeleiros, portanto quaisquer alusões à ascendência lusitana com origens  púnico-helénicas (onde é que eu fui buscar esta) são puro fruto do convencionalismo português de sodomizar tudo o que é vivo (com excepção deste ou daquele necrófilo) o que apenas contribui para a baixa na bolsa de valores.
 Portugal será arrastado para um confronto directo se o Cristiano continuar a fazer filhos aniversariantes nos próximos dias. E só se safará dele, se a Alemanha, como combinado com a França, eliminar os gregos antes destes levantarem voo. O receio português não é infundado pois que o tal lusitano que afinal não era disse, depois de ter dado um soco num repórter, que Portugal, agora, tinha todas as possibilidades de ganhar o Euro, AGORA porque o gajo já não é seleccionador. Ufa, ainda bem.
 Num avançado, o ministro das finanças recuou e não prestou para nada, nem para declarações. Assim, leitores, preparemo-nos para a peseta, mas não deixemos que os alemães ganhem a Europa nem o Euro todo!!!

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